Prazo para Renovação de Carteira Funcional – Ativos e Aposentados

Servidores ativos e aposentados, não percam o prazo de retirar a sua nova Carteira
Funcional.

A Polícia Federal lançou um novo Conjunto de Identificação Funcional, muito mais moderno,
compacto, seguro e com uma série de elementos que permitirão uma aceitação do documento
ainda maior, já que traz 17 itens de segurança e vários dados que não constam no CIF anterior,
como filiação, data de nascimento, naturalidade, nacionalidade, validade, matrícula SIAPE, no
do CPF, no do RG, fotografia no padrão ICAO, assinatura digitalizada e QR code.
A nova funcional possui tinta de variação óptica com luminescência à luz ultravioleta na cor
dourada, fundo geométrico duplo, fotografia fantasma do titular, QR-Code que informa os
dados biográficos do portador, fundo invisível fluorescente com brasão da PF, entre outros.
A mudança de CIF é obrigatória para todos os servidores policiais, incluindo os que estão
lotados em áreas administrativas e também os aposentados. Fique atento aos prazos de troca.
Ressaltamos que após o término do período de troca dos novos CIFs, as carteiras do modelo
antigo perderão a validade, devendo ser devolvidas à Polícia Federal.
Os órgãos governamentais e não-governamentais já foram comunicados da mudança do novo
Conjunto de identificação Funcional e dos seus muitos itens de segurança.
Nos casos de aposentadoria por invalidez, o servidor inativo deverá apresentar, no momento
da solicitação do novo Conjunto de Identificação, uma informação da DGP/PF que autorize o
servidor inativo por motivo de invalidez permanente a portar arma de fogo.
Como obte a nova carteira funcional?

SERVIDORES APOSENTADOS OU SEM ACESSO AO SISEG:

I – Preencha e imprima o formulário específico do anexo IV da Instrução Normativa no

112/2017, disponível no sítio eletrônico da PF (http://www.pf.gov.br/servicos-pf/aposentados-
pensionistas);

II – compareça à unidade de Recursos Humanos, entregue o formulário, faça a atualização
cadastral e apresente, caso seja solicitado:
a) ocorrência registrada na PF acerca de extravio, furto ou roubo; e
b) laudo psicológico para renovação do documento de porte de arma para o servidor policial
aposentado.
c) informação da DGP/PF que autorize o servidor inativo a portar arma de fogo, caso a
aposentadoria tenha sido por motivo de invalidez permanente.
III – compareça à unidade de identificação de seu Estado e apresente o Conjunto de
Identificação Funcional a ser devolvido, se houver, ou outro documento de identificação civil.
SERVIDORES ATIVOS COM ACESSO AO SISEG:

I – acesse o sistema SISEG, módulo: “CIF – CARTEIRA FUNCIONAL” e confira os dados pessoais e
funcionais constantes no formulário. Caso contenha algum dado incorreto, omissão de
informação, inclusão de nome social que não tenha sido solicitada pelo servidor ou abreviação
nos campos importados pelo sistema e-GP, solicite a correção pela unidade de recursos
humanos antes do envio da autorização de confecção do novo CIF.
III – compareça ao Grupo de Identificação – GID/DREX de seu estado ou ao INI/DIREX/PF e
apresente o Conjunto de Identificação Funcional a ser devolvido, se houver, ou outro
documento de identificação civil;
IV – apresente à unidade de identificação, quando necessário:
a) ocorrência registrada na PF acerca de extravio, furto ou roubo; e
b) Informação da DGP/PF autorizando o fim da restrição ao porte de arma.

http://www.pf.gov.br/servicos-pf/aposentados-pensionistas

DPF Gustavo Schneider – Sta. Cruz do Sul /RS

"Hoje foi um dia movimentado para ser de greve. Por que ao contrário do que se insinuou, que o povo brasileiro é preguiçoso e aproveitou pra esticar o feriadao,  eu vi luta. Em Santa Cruz do Sul,  policiais federais e civis, policiais rodoviários federais, servidores do Judiciário promoveram um ato conjunto em frente à delegacia da PF. Sabemos que em outros pontos houve atos reunindo metalúrgicos,  professores, comerciários, bancários e trabalhadores da indústria da alimentação. A mídia e demais representantes do conservadorismo de tudo tentaram para evitar que o povo brasileiro manifestasse sua inconformidade com os rumos que o País vai tomando. Primeiro, verificando as dificuldades de mobilização, criaram a falsa história da troca do imposto sindical pela renúncia das centrais à luta pelos direitos dos trabalhadores representados pelos sindicatos. Depois omitiram todos os atos preparatórios, como se não estivéssemos na véspera de uma greve geral (a rede globo, fiel ao seu histórico de manipulação da opinião pública,  simplesmente omitiu a informação em todos os telejornais). Prefeitos e governadores alinhados com tal pensamento fizeram terrorismo com os servidores públicos, o que também aconteceu, embora mais discretamente, em âmbito federal. Divulgou-se via redes sociais (e para isso se prestaram os mandamentos virtuais que alguns alcunham de lixo, mas que prefiro nem designar) que a paralisaçãoera "coisa de vagabundos"  ou que se prestava a defender a corrupção. No dia D, não podendo mais esconder a considerável mobilização que tomou forma por todo o País, mesmo contra todo o enorme esforço realizado para neutraliza-la, optaram por destacar os pontuais aspectos negativos, conflituosos ou denotadores de incivilidades. Como se fosse possível uma mobilização dessa envergadura não fosse causar contratempo algum. Sopesados todos os fatores, a greve geral foi grandiosa. Foi um primeiro passo. Não parece ser o último. É apenas o começo de um processo que demonstra que as pessoas não estão dispostas a ver o desmonte do País, das conquistas trabalhistas, da previdência social. Um grito para lembrar que o País não é só investidores financeiros, barões da mídia e outros especuladores. Aqui há jovens, aposentados, artistas, operários, pequenos e médios empreendedores, servidores públicos, agricultores. Nós existimos. Somos a Nação e não um ativo a ser transacionado em secretas negociatas. Sem sinais de recuperação econômica e com uma taxa de desemprego que já supera catorze milhões de trabalhadores, se já era insustentável, será cada vez mais difícil fazer de conta que "as reformas" podem ser feitas na base do conchavo sem graves consequências sociais."