CHAPA 2: ADPF PARA TODOS!

 

Natural de Belém-PA, Dra Maria do Socorro Tinoco, se apaixonou pela carreira policial quando ainda era servidora administrativa da Superintendência da Polícia Federal de seu estado, motivada pela importância da atividade policial e pela missão constitucional da instituição. Após prestar concurso e atuar como agente da polícia federal no Paraná, ela concluiu o curso de Direito e foi aprovada, em 1983, para o cargo de Delegada da Superintendência Regional no Espírito Santo. Em um período em que o número de mulheres na instituição ainda era reduzido, devido ao rigor do concurso e à possibilidade de lotação em diferentes estados e regiões de fronteira, destacou-se pela dedicação e pelo respeito conquistado entre colegas e superiores. Ao longo da carreira, exerceu diversas funções em várias unidades da PF nos estados, encerrando sua trajetória no edifício-sede da instituição, em Brasília, onde ocupou cargos de relevância, como Chefe de Gabinete do Diretor-Geral e Diretora de Gestão de Pessoal. Com o advento da Constituição Federal de 1988, que assegurou a livre associação sindical no serviço público federal, ela passou a participar ativamente do movimento classista na busca de assegurar melhores condições de trabalho, salários justos e a consolidação de direitos. Inicialmente como associada e, a partir de 2014, já aposentada, Dra Maria do Socorro assumiu cargos de liderança sindical. Foi presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal (SINDEPOL), com base no Distrito Federal e em 13 estados, e atualmente preside a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (FENADEPOL), entidades que representam e defendem os interesses coletivos e individuais da categoria e promovem a capacitação e valorização profissional dos delegados.

Atual Diretora Jurídica da AMPOL, Dra Maria do Socorro destaca, com convicção, que o crescimento e a inclusão de mulheres nas fileiras da polícia não só enriquece a segurança pública, mas também representa um passo importante rumo à igualdade de gênero na sociedade.

“Embora tenham enfrentado resistência inicial e preconceito inicial, as mulheres têm demonstrado cada vez mais o seu valor e competência em diversas áreas da polícia, desde o patrulhamento de rua até investigações e cargos de comando. Ser uma policial feminina no Brasil é uma jornada de desafios e conquistas. Apesar das barreiras ainda existentes, as mulheres têm mostrado que são perfeitamente capazes de desempenhar todas as funções policiais com competência e dedicação. Com políticas adequadas e apoio contínuo, o futuro promete ainda mais avanços e realizações para as mulheres na polícia. Precisamos de muita organização e apoio para conciliar as atividades laborais, com nossas tarefas domésticas e cuidados com os filhos. Muitas vezes, uma ocorrência acontece no período noturno, durante o sobreaviso, ou uma missão surge nos finais de semana e feriados, uma viagem a serviço, então a policial feminina precisa ter um suporte familiar e institucional nessas horas”, conclui.

No momento Dra Maria do Socorro é candidata a vice-presidência da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), integrando a CHAPA 2 – ADPF PARA TODOS, que concorre às eleições para o biênio 2025/2027.
Para conhecer todas as propostas da chapa, basta acessar os links abaixo, nas redes sociais, da CHAPA 2 – ADPF PARA TODOS:

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